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Vivo Reage a Golpe de Técnico Terceirizado: Serviços Reativados e Apuração Inicial

10/05/2026
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Vivo se desculpa e promete apuração após caso de técnico que aplicou golpe em consumidora

Um caso envolvendo um técnico terceirizado da Vivo ganhou grande repercussão nas redes sociais após a arquiteta e apresentadora de televisão Stephanie Ribeiro relatar, em seu perfil no Instagram, uma situação de fraude ocorrida dentro de sua própria residência, em São Paulo. Segundo o relato, o profissional foi até a casa da consumidora para realizar a instalação de serviços de telecomunicações e, durante o atendimento, ofereceu um repetidor de sinal, equipamento utilizado para ampliar a cobertura da rede sem fio em ambientes domésticos.

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O golpe começou a ser percebido no momento do pagamento. Stephanie notou que a chave Pix fornecida pelo técnico era de uma conta de pessoa física, e não de uma conta vinculada à empresa. Desconfiada, ela entrou em contato com o gerente de uma loja da Vivo, que orientou a não efetuar nenhum pagamento. A partir desse momento, a situação se agravou. O técnico passou a fazer ameaças enquanto ainda estava na residência da consumidora, criando um cenário de intimidacao.

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Após a saída do trabalhador, Stephanie descobriu que todos os seus serviços de telefonia haviam sido cancelados. A consumidora acredita que a medida foi uma retaliação por ter identificado e denunciado a tentativa de fraude. Um dos e-mails que ela recebeu da Viv... mencionava o agendamento de devolução dos equipamentos cedidos durante o contrato, o que reforça a suspeita de que o técnico utilizou os dados da cliente para realizar os cancelamentos de forma indevida.

Diante da repercussão do caso, a Vivo emitiu uma nota oficial na qual declarou ter reativado todos os serviços da consumidora e informou que iniciou uma apuração rigorosa junto à empresa parceira responsável pelo técnico envolvido. A operadora afirmou ainda que a empresa parceira está adotando todas as medidas cabíveis em relação ao ocorrido. A Vivo também declarou ter entrado em contato diretamente com Stephanie e expressou lamentação pelo episódio.

Embora a resposta da operadora tenha sido rápida nesse caso específico, o relato da arquiteta provocou uma reação em cadeia nas redes sociais. Outros clientes da Vivo relataram ter passado por situações semelhantes, envolvendo técnicos terceirizados que tentaram cobrar valores por meio de chaves Pix pessoais. Pelo menos um desses consumidores afirmou ter procurado a empresa para registrar a queixa, mas sem receber a devida atenção por parte da operadora.

O caso reacende o debate sobre a fiscalização de profissionais terceirizados que atuam em nome de grandes empresas de telecomunicações. Situações como essa evidenciam os riscos aos quais os consumidores ficam expostos quando permite-se o acesso de trabalhadores externos a dados pessoais e informações sensíveis de contratos. A pressão gerada pela exposição pública do relato foi determinante para que a Vivo tomasse medidas imediatas de reparação e investigação do caso.

A expectativa agora é que a apuração prometida pela operadora resulte em punições efetivas e em mecanismos de controle mais rígidos para evitar novas ocorrências do mesmo tipo. Enquanto isso, consumidores que eventualmente passem por situações semelhantes devem registrar boletim de ocorrência e acionar os canais oficiais de atendimento das empresas e dos órgãos de defesa do consumidor. O caso de Stephanie Ribeiro demonstra que a vigilância por parte dos clientes continua sendo uma ferramenta fundamental contra fraudes no setor de telecomunicações.

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