Japão e Califórnia têm apostado em tecnologias de célula a combustível de hidrogênio, uma fonte de energia renovável usada tanto em veículos quanto no fornecimento de energia limpa para setores de manufatura. Essas pilhas geram eletricidade a partir do hidrogênio, mas continuam caras em grande parte pelo uso de metais preciosos — como a platina — como catalisadores essenciais para as reações eletroquímicas.
Pesquisadores da Washington University em St. Louis estão enfrentando esse obstáculo. O grupo busca maneiras de estabilizar componentes à base de ferro, um metal muito mais comum e barato, para que possam desempenhar o papel atualmente ocupado pela platina nas células a combustível. Tornar o ferro estável e eficiente nas condições de operação das pilhas é o desafio técnico que eles tentam superar.
Se bem-sucedida, essa substituição reduziria a dependência de metais preciosos e poderia baixar significativamente o custo das tecnologias de célula a combustível. Isso, por sua vez, tornaria veículos movidos a hidrogênio e o fornecimento de energia limpa para a indústria mais acessíveis, potencialmente acelerando a adoção dessa forma de energia renovável.