Gemas como a opala preciosa são visualmente encantadoras e, ao mesmo tempo, surpreendentemente complexas. Ao observar esses minerais de diferentes ângulos, aparecem diversos reflexos e tonalidades, fazendo com que seja difícil afirmar de que cor o pedaço de pedra realmente é.
Essa aparência iridescente se deve ao que se chama cor estrutural: microestruturas na superfície ou no interior da gema que refletem e interferem na luz, produzindo matizes brilhantes e mutáveis conforme o ponto de vista. É essa organização em escala microscópica — e não necessariamente a presença de um pigmento — que cria os jogos de cor que tanto fascinam.